quarta-feira, janeiro 07, 2009

Auckland 7/Jan - Mais momentos familiares. E alturas.

A Danny é a única pessoa que me chama Ang. E quando eu começo com as minhas parvoeiras ou ela quer alguma coisa, a única que me chama Angie. E eu adoro!

De manhã, ela foi trabalhar. Deixou-me na paragem de autocarros a caminho. Agora há uns autocarros expresso novos que atravessam a ponte e fazem grand parte do percurso em faixas próprias e tudo, para acelerar a coisa! E são bem confortáveis e até têm música a tocar! No Japão, tudo o que se houve é o autocarro a andar, o nome das paragens (e isso leva imenso tempo, com tantos pompons e afins!) e, claro, os gaijin a falar. Já em Portugal é telemóveis a tocar, a Maria aos berros com o Zé ao dito telemóvel e, se houvesse música no ar, o pessoal a reclamar, que é isso que os lusos gostam de fazer!
Adiante.

Eu não cheguei a Auckland the autocarro, mas sim de barco. Dá outro ar à coisa. E com mais um dia lindo que está, e estando eu de férias, why not!?

Apanhei o barquito em Devonport.



Não é tal e qual Cacilhas em frente a Lisboa?

Fui ao posto de turismo ver o que fazer. Fui atendido por uma senhora super kika, ainda vi os meus emails (responderei a todos quando voltar à minha vidinha japonesa). E lá fui eu descobrir Auckland!








Percebi logo que a cidade é minúscula. Ao todo, um milhão de pessoas. E é algo incaracterística, sem muitos edíficios victorianos...

Fiz umas compras, sempre mínimas, e não é que dei com a Danny e uma rapariga nova lá do trabalho numa loja? É que elas têm que, de quando em vez, dar umas voltas para ver se os produtos que vendem estão em ordem e tal. E ainda fomos fazer umas compras de roupa de trabalho para a Libby, a tipa nova.
Elas trabalham para uma marca de roupa casual e tal, e têm um subsídio para comprar roupa para elas!
Ricas vidas!

Mas elas lá foram á vidinha delas e eu prosegui viagem Auckland afora. E dei com a SkyTower, o edifício mais alto do hemisfério sul.


E continuei a ver as vistas. E as lojas. No Victoria Market, um sítio bem giro.



Como previra, a cidade é mesmo pequena e depressa estava de volta ao centro.


Mas o meu dia estava longe de acabar. Então não é que fui ter com a Danny ao mesmo sítio em que ela me tinha deixado e fomos jantar a casa da família dela?


E não é que fomos invadidos por moscas assim que o comer chegou à mesa!?



Mas a coisa lá se resolveu e a degustação do jantar kiwi lá tomou lugar! À mesa, a Adelle, a mãe, depois o padrasto...


Um dos irmãos...


E a mana mais nova...


E até o canito por lá andava...


E cá estou eu com a Adelle. Como ela disse, parecia que já nos conhecíamos!


O convívio familiar foi do melhor. Mas o sol estava a pôr-se e era preciso irmos até à cidade... Atravessámos a ponte...


E subimos à torre. O sol já tinha fugido, mas ainda se viam os seus últimos raios...






As alturas são sempre fascinantes. E até parte do chão do elevador era em vidro!!!


A Danny tinha-se lembrado de ligar à Nicky, outra menina dos tempos de Oita! E que bom foi poder revê-la!!!



Fomos a um restaurante-bar mexicano, com música brasileira! E nós embasbacados a ver os brasucas a dançar soberbos!


Ficámos num quarto que eles mantêm na cidade, porque o Matt faz muitos turnos de noite e não lhe dá jeito voltar para Muriwai...

2 comentários:

Daniel Cândido da Silva disse...

You know, do que vou vendo, existe uma perfeita miscelânea entre estilo metropolitano e familiar. Faz-me lembrar a baixa de Barcelona em contraste com a metropole de paris e Madrid, só para um exemplo.

Essas ruas e casas lindissimas pequeninas nao sao tao giras? Uma espécie de aldeia urbana... e depois todo o espadarte das torres e cidade etc etc... Gosto mais do tipo caseiro. Bem bonito...

Escusado será dizer que aquelas fotos de Cacilhas de Sines escusavam de estar no meio destas ;)

Keep your stunning tournée... ;)

Pipe

Anónimo disse...

A foto com o rapaz e o Raid tá fantástica! Ehehe!! Será alguma indirecta?
Cê foi dançar um poquinho de forró moço?
Beijoooooooooo
Inês