sábado, julho 23, 2011

Good bye, Amy

Já diz a minha mãe  que a quem sofre porque quer, não se lhe reza à alma. E acredito nisso. Acredito que cada um é responsável por si e pelos seus actos e, como tal, não me compadeço com quem escolhe as drogas e caminhos afins.
Porém, as pessoas são pessoas e merecem, naturalmente, o meu respeito. E no caso desta senhora, a sua perda deixa um vazio. Porque foram as suas escolhas tortuosas na vida que, conjugadas com o seu inegável génio, deixaram uma marca que ficará para sempre em quem gostava e gosta de a ouvir. 
Sempre achei curioso ela estar-se nas tintas para o que os outros dissessem ou pensassem. Mas pagou caro por isso.

Olha, Amy, filha, até um dia destes.

3 comentários:

CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA - IRATI disse...

belas palavras

Daniel Silva (Lobinho) disse...

Ja sabes a minha visao disto mas o que acho inqualificavel é o absoluto desprezo pelo público e ainda assim a endeusarem mais. Vícios particulares nada contra nem nada a ver; mas transporta-los para as actuaçoes onde ja cantava em automatico quer dizer... Nao se lhe retira o genio, mas tambem nao se lamenta como se alguém espectacular. Desrespeito absoluto, mau genio, boa pessoa, mas nao chegou...

pinguim disse...

Embora não aceitando o seu modo de vida, foi humana nos seus erros e pagou por eles.
Ao saber da sua previsível morte (quase um suicídio...), invadiu-me uma grande tristeza.
Fica a sua voz, fabulosa.