segunda-feira, agosto 23, 2010

Rápidas

Mike,
Maldito cão! Mas espero que não o tenhas matado!

Pipo,
Pois, pois... Mas uma coisa é estar bem com os outros e dizer-lhes o que se pensa, outra é disparar ataques que ferem os demais, sem necessidade nenhuma.
O que tu queres sei eu, mas não vou por aí!
E já pensaste que, de facto, nos podemos sentir felizes e mais nada? Agora que há muitas formas de nos sentirmos felizes e, claro, infelizes, lá isso há. E também falei disso quando discorri sobre a coisa.
Numa coisa concordamos: estar feliz agora, aqui não esgota a coisa. O que também é uma pena, convenhamos.

Psimento,
E não é tão bom que te sintas um felizardo?
Pronto... Antes curtires desenhos animados do que andares nas drogas! AH AH!

Pulha,
É isso mesmo, Pulha. Tudo depende de quem nos rodeia. Mas muito, acho, depende também de nós e de como encaramos a vida.
Quanto ao resto... Não diria que a minha vida lusa seja igualmente interessante... Mas que estou muito bem aqui, estou. E isso já não sentia lá.

Ossos do ofício V

Dei com mais uns nomes fantásticos: "Kola" e "Rabone".

Do género: Ó Kola, já pá barraca.
E: Ó Rabone... E depois não dizia mais nada, que me desmachava a rir...

Post à velha

Eu bem que sabia que o tempo ía mudar: a minha canela esquerda não engana e andava a queixar-se há já algum tempo.

É o que dá ter levado com um carro em cima há vinte e dois anos atrás. E tão magro que eu era...

sábado, agosto 21, 2010

A importância de ser feliz

Ontem, em conversa com duas amigas em pleno bordel*, falávamos da importância de se ser feliz. Da importância de radicalmente darmos um salto para o desconhecido. Sobretudo nas circunstâncias actuais.
Uma dessas minhas amigas apercebeu-se que não era aquilo que fazia que a completava, que a preenchia. Mesmo com uma filha, casa, cão e os amigos para sustentar, rescindiu o contrato dela e vai partir para outra coisa que terá muito mais a ver com ela.
A outra amiga apercebeu-se que, apesar de não estar no meio pelo que ansiava, está feliz com o que faz, sente-se completa.
Eu rematei e disse-lhes que também estou felicíssimo. Ter saído do Japão, pondo assim um ponto final na maior aventura da minha vida, fez-me um bem enorme. Estava cansado e voltei. Apesar das dificuldades todas que é ter voltado e de continuar por cá, sinto-me felicíssimo. E nem consigo explicar bem porquê. E isto ainda um ano depois.

Eu já havia dito e volto a dizer uma coisa que o Japão me ensinou: o dinheiro não é tudo e é importantíssimo que estejemos completos com o que fazemos, com os que nos rodeiam. Bem pode parecer idílico isso acontecer e bem sei que há muita gente por aí que se conforma e que tudo o que faz é lamentar-se em vez de tentar ser feliz. E a felicidade é tão diferente para todos nós. Eu não preciso de um carro, mas há quem gaste fortuna num. Eu gosto de viajar, mas há quem se sinta bem em ir para o mesmo sítio sempre que pode.

E depois há a parte pessoal e não profissional da coisa. Há quem esteja bem com alguém. Com mais do que um alguém ao mesmo tempo. Ou sozinho. Tudo depende. Mas o que importa, acho eu, é que nos sintamos bem.

Também é verdade que nem sempre temos aquilo que podemos. Mas senão formos à luta, como a primeira amiga que referi, ficamos à espera que a felicidade nos venha bater à porta, ou como é que é? É que a gaja não costuma fazer visitas ao domicílio. A não ser que venha em forma de pizza.

Pois bem, minha gente, ser feliz é das coisas mais importantes do mundo. Portanto vão lá sê-lo, 'tá?




*desculpem lá a private joke, mas tem que ser...

quinta-feira, agosto 19, 2010

O que me maravilhei com isto!

Deliciem-se! Pelo menos tanto como eu!



Graças ao Pinguim.