
Perguntei às meninas, tanto na ida como no regresso, se havia turbulência. Claro que houve. Mas elas, de quando em vez, vinham ver se eu ainda estava vivo.
E muito lhes agradeço.
Comprei uma nova máquina fotográfica lá na grande cidade.

Nesta rua, em Nakano. Nada de Akihabara.

Roppongi.
Com uns frascos de alcoól para quem quiser ver-se livre do vírus dos porcos.























Fui a Tokyo de propósito para ir a uma recepção em casa do embaixador de Portugal no Japão por ocasião do dia 10 de Junho.

Ataquei logo os croquetes e os pastéis de bacalhau (menos, que me dão cabo do estomâgo). Que saudades de comida da boa!
Fiz amigos novos.





E cá estou eu com o embaixador ele mesmo.

Se me está a ler, quero agradecer-lhe sinceramente a simpatia sincera e a excelente recepção em sua casa! E que prazer foi poder trocar mais dois dedos de conversa no dia seguinte enquanto eu terminava o meu pequeno almoço no Starbucks!
O embaixador andava preocupado comigo porque eu estava ali, no meio daquela gente, sozinho. E por duas vezes veio ter comigo para me certificar que eu estava bem e disse-me logo para eu andar por ali e para me apresentar! Mas é que ele não sabe que eu sou um envergonhado!
O embaixador ficou muito feliz quando me viu em amena cavaqueira com mais convivas, dali a um bocado.
Foi uma óptima razão para me ter deslocado a Tokyo, sim senhor. Desde o primeiro momento, sendo recebido pelo embaixador ele próprio e a sua esposa e logo depois trocar uns dedinhos de conversa com o conselheiro da embaixada.
Só lamento que umas certas meninas não me tenham deixado pôr aqui as nossas fotos!
Shinjuku










Ginza
E ainda bem que a H&M não tinha a camisa no meu tamanho. Senão já me tinha desgraçado.
Mas era tão gira às bolinhas.





















E o regresso.













