quinta-feira, junho 17, 2010

Ele há dias...

...em que um gajo sai de casa, mete-se na camioneta e dá com uma velhota com um buço digno de um miúdo de dezasseis anos... Depois trabalha imenso e sai porta fora, quando o alarme dispara. Por causa do exercício de evacuação. E o Colombo todo à porta. Com cenas de fumo e tudo!

Mais trabalho, muita risada, muito e-mail, alguns telefonemas.

Pelo meio, um show com dragões chineses. Ou só um bocadinho, que a hora de almoço é meia.

Horas de trabalho prolongadas, com saída directa para uma exposição.

Agora aguarda-se o jantar de um belo frango assado. Muito bem acompanhado por arrozinho e batatinha frita.

quarta-feira, junho 16, 2010

Curtam-me esta cena!



Quer-me cá parecer que esta aterragem conseguiu ser mais suave que algumas das minhas aterragens... Ou serei eu com a paranóia?

terça-feira, junho 15, 2010

Como no meio da confusão pode haver um oásis

Até se me deu um arrepio ao ver esta maravilha directamente do coração de África. Uma prova de que tudo e possível.

Ossos do ofício

Tenho lá dado com nomes fantásticos... Entre eles, beldades como Beata e Vaka.

domingo, junho 13, 2010

Santos!

A festa começou logo em Santa Apolónia...



Sim, que a imagem acima não me escapou. Nem à Priscilla. À conta desta imagem e das palavras lá perspegadas, fartamo-nos de rir!

O pessoal, que é luso, chegou todo atrasado... Só quem esteve a trabalhar arduamente durante o dia é que chegou lá a horas... Ou outros, não...
E como não havia tempo a perder, toca de começar a festa...




Logo à saída da estação demos com este mestre de dança. Reparem bem nas moves do tipo e, por favor, não se esqueçam dele. Se é que isso é de todo possível...




Alfama, já vim a saber, ganhou as marchas este ano e tudo. E eu, depois de quatro anos de jejum, estou de volta aos santos... Esse pedaço de tempo em que tudo muda na cidade de Lisboa. E o meu regresso fez-se precisamente em Alfama!






Ficámos por ali, junto à Igreja de Santo Estevão.




Asim que conseguimos, apanhámos umas mesas e abancámos. E, claro, mandámos vir comidinha, que estávamos galgados de fome! Eu comecei pela bela da bifana!



E depois foi o que se vê...





A bela da sardinha, claro, não podia faltar. Mas de faca e garfo... Always...










Que saudades tinha eu destes bailaricos!






Assim foi o jantar com algum do pessoal do trabalho.

Dali fui descendo a encosta de Alfama, cheia de gente, em direcção a outra mão cheia de gente.





Até ao Campo das Cebolas, para continuarmos a celebrar os santos. Desta feita ao som de música ao vivo. E olhem que até em italiano cantaram. Que isto não era um bailarico qualquer!



Foi tão bom ter revisto esta minha gente! Há bué da time que não estávamos juntos! E traziam o João Luís que não via desde o final da faculdade... Há dez anos!



E quem é que também por lá estava? Quem?



Aproveitei e trouxe uma aula de moves para toda a gente saber como e bailar a valer. Atentem aos movimentos que este senhor é a nova Jane Fonda!



Nós lá continuámos no bailarico. Acanhados, certamente, face a tal mestre de movimentos...







Foi óptimo. Sobretudo pela companhia excelente! Só não compreendo o porquê da invasão de martelinhos do São João e, pior, de música brasileira?! É que, sinceramente, nenhum dos dois faz parte desta festa fantástica que são os santos em Lisboa!