sexta-feira, junho 05, 2009

David Carradine


Entao nao e que o senhor foi encontrado morto no seu hotel em Bangkok?

quinta-feira, junho 04, 2009

Isto 'tá bonito, 'tá!

Hoje tem sido um dia assim... como dizer... para esquecer. Ou talvez não.

Acordei reinadio e tal, tomei o meu pequeno almoço, lavei-me e fui para a escola. Logo a primeira aula cancelada. Fosse a primeira vez e até não me importava. Tivesse acontecido algum imprevisto e até não me importava. Mas não. Em dois meses naquela escola, é a segunda vez que os mesmos profs cancelam aulas comigo. Já lhes disse que não há problema se não me querem lá, pelo menos para já, mas que me digam alguma coisa. Que se não fôr às aulas deles, posso ir a outras...
E depois cancelaram porque se esqueceram que eu estaria lá e como tal não haviam programado a coisa a contar comigo. Como devem entender, não é coisa que me agrade e já lhes disse que vou começar a cobrar por cada vez que cancelarem a coisa. O que nos rimos com essa.

Ainda na escola, tive que me passar da marmita. Acho que foi a primeira vez que me passei mesmo sério. Sem gritar, sem barafustar.
Dois grupitos de rapazes na galhofa em plena aula. O que até nem me atormenta muito. Mas quando noto, como foi o caso, que mais ninguém pode prestar atenção ao que está a ser ensinado por causa deles, aí a coisa muda de figura.
Avisei-os uma, duas vezes.
Em inglês - que ainda me engasgava em japonês e depois a coisa não sortia efeito! - disse-lhes que isto assim não podia ser e tal e coiso e que não há respeito pela prof que está a ensinar (a prof que estava lá comigo e que é incapaz de tomar as rédeas da situação!). Um deles riu-se com isto e eu - coisa que nunca fizera numa aula - disse-lhe shut up! Just shut up!
Hoje foi mesmo demais, com coisas a voar, pessoas a passear, bilhetinhos, galhofa.

Não perceberam nada do que disse, mas isso pouco importa, porque perceberam bem que eu estava zangado com eles. Eu, que estou sempre na galhofa, mesmo na aula, e que só riu e digo coisas. Mas hoje viram o meu dark side! Só espero bem não ter que o mostrar outra vez.

Depois vim a saber que a forma de pagamento da nossa viagem de regresso vai mudar, tipo, agora e que já não vai ser como nos moldes dos anos anteriores! E isto muda-me uma série de planos que tinha aquando do regresso a casa e já me stressei todo.
Agora quero ver se ainda consigo dar a volta à coisa para ver o que ainda posso fazer!!!
É que com dinheiro e planos do Angelo não se brinca!

Mas para acabar a coisa em beleza, quando fui buscar umas camisas à lavandaria - as coisas que faço só para não ter que as passar a ferro! - não é que a tipa estava a ouvir Sing it back dos Moloko?! Eu adoro essa música e estava a cantarolar a dita cuja enquanto esperava.
Isto numa lavandaria minúscula, cheia de roupa toda em invólucros de plástico, com uma cliente e a senhora, bem japonesa, de meia idade. Achei surreal. E ela ainda me disse que a canção é bonita. Depois de me perguntar quem a cantava. Demais!

Agora estou aqui a estalar com o estomâgo cheio de udon!

terça-feira, junho 02, 2009

segunda-feira, junho 01, 2009

Susan Boyle, yet again


Acabei agorinha mesmo de ouvir na BBC, que a menina Susan Boyle foi internada ontem. Por motivos de ordem psiquiátrica. E nem barafustou.

Eu não sei exactamente o que sucedeu, mas acho que nem consigo imaginar a pressão a que esta mulher tem sido submetida! Muito menos consigo imaginar como reagiria!

Eu já assinei

A igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas que se opõem à homofobia e à discriminação. Partindo da sociedade civil, a luta pelo acesso ao casamento para casais de pessoas do mesmo sexo em Portugal conta neste momento com um crescente apoio político e social. Nós, cidadãos e cidadãs que acreditamos na igualdade de direitos, de dignidade e reconhecimento para todas e todos nós, para as/os nossas/os familiares, amigas/os, e colegas, juntamos as nossas vozes para manifestarmos o nosso apoio à igualdade.

E mais nada! Curiosamente, hoje, ao ler o Diário de Notícias, havia lá um pequeno inquérito sobre esta mesma questão... A maior parte das pessoas disse "não". E eu que gostaria tanto de perceber porquê...

Mas, vá, carreguem lá no texto no início e assinem a coisa. Assinar coisas online é o que está a dar.