sexta-feira, julho 09, 2010

Ainda Six Feet Under

A quem não viu, peço desculpa, mas aqui está o final da melhor série alguma vez feita para televisão. Não houve um episódio que fosse mau e o final é absolutamente mágico!

É impossível ficar-se indiferente... Por isso - a quem vir o vídei\o abaixo - preparem-se para umas choradeira!



Graças ao Mike!

O Homem consegue ser fantástico

domingo, julho 04, 2010

Respostas rápidas numa quente manhã de domingo

Mike,
Eu reclamei e fi-lo como deve ser. É que esta é uma falta de muitos portugueses, que deitam lamentações para o ar ou então partem para a baixaria.
E no caso da minha situação eu nem quero uma resolução em tempo útil, porque a minha coisa está resolvida. Eu só quero é que tratem as pessoas com alguma dignidade!

Pinguim,
Por acaso, eu já conheço a cidade e até já sabia onde ir. Mas que foi uma aventura do caraças, lá isso foi!

V.,
A minha mãe é uma pessoa farta em expressões maravilhosas! Cito-a muitas vezes!
E, descansa amiga, o red light district não vai desaparecer... Mas será redimensionado...

quinta-feira, julho 01, 2010

Episódios da minha vida V

Uma vez fui com a minha mãe a Macau. Ganhei a viagem, peguei nela e lá fomos nós. Duas semanas antes de ir para o Japão.

Amámos, adorámos, vivemos à conta. Foi tudo bom.

Depois regressámos. E esta é a história que quero contar aqui.

Passámos o dia em Hong Kong. Metemo-nos no avião logo depois da meia noite e chegámos a Amsterdam logo depois das seis da matina. Queríamos fazer o check in para a Tap logo ali mas não podia ser. É que tínhamos umas quantas horas até ao nosso voo para Lisboa e íamos passear pela cidade, que a minha mãe nunca tinha visto.
Só lá chegámos pelas dez ou assim...

Vimos tudo. Começando pelo Red Light District. Porque há que começar pelas coisas importantes.
Vimos os canais, o mercado das flores, as casas tortas e a minha mãe viu uns tennis. Que ainda hoje tem e que adora.

Para quem não sabe, a estação central de Amsterdam é grande. E algo confusa. Ou pelo menos naquele dia pareceu-me ainda maior e ainda mais confusa! Tanto que perdemos dois comboios para o aeroporto... Ou seja, estávamos atrasados...
Chegámos lá, disse à minha mãe que ía buscar a nossa bagagem aos cacifos enquanto ela me ía comprar uns chinelos em forma de tamancos com o padrão de vacas...

Fomos para a fila... Mas sabem como são os aeroportos nos dias de hoje... E a fila era interminável!
Dirigimo-nos à segurança mas a vaca disse-nos que toda a gente ali estava à espera do mesmo e que tínahmos que ir para o fim da fila... Eu mandei vir com ela, mas nada...
Fomos para uma outra fila, sem seguranças cabras, e as pessoas deixaram-nos passar logo...

Era já hora do nosso voo... E então não é que começámos logo a apitar todos quando passámos pelo detector!? Mais tempo...

Passámos aquilo e só disse à minha mãe para correr... É que não podíamos perder aquele voo!!! Eu tinha um casamento à chegada a Lisboa!!!

Bem, a minha mãe já só dizia que não podia correr mais, que estava prestes a mijar-se pelas pernas abaixo... Mas lá chegámos, nem fomos os últimos a entrar e assim viemos para Lisboa.

À chegada, o meu pai foi buscar a minha mãe. Levou-me o meu fato, gravata, camisa, sapatos e assim... A minha Xanoxa e a Mari foram lá ter connosco também.
Fui à casa de banho - a dos deficientes tinha acabado de ser limpa e a senhora deixou-me entrar por um instante - lavei os dentes, refresquei o meu corpito singelo, pus-me belo e fui para o casamento. E curti bués.

E assim se faz um regresso de Macau a Lisboa em menos que nada, com Amsterdam pelo meio. E muita corrida. E apitos também.

O bom filho à casa torna

Como sabem, volta e meia volto à escola onde trabalhei antes de ir para o Japão. Porque eu não esqueço de quem gosto e não permito que deixem fazer parte da minha vida. Porque só rodeado de quem amo é que me sinto bem




Vai daí fui lá à escola almoçar com as meninas da QNE. Só lá faltava a minha chefa... Mas hão-de haver outras oportunidades!

É o que dá ter uma folga durante a semana.